A bandeira palestiniana é um emblema poderoso da identidade nacional e das aspirações coletivas do povo palestiniano por soberania e autodeterminação. Representa a herança histórica do mundo árabe e serve como um símbolo de unidade e resistência. A disposição das faixas horizontais e do triângulo reflete uma ligação profunda ao movimento pan-árabe mais amplo.
Cores e Símbolos
A faixa preta significa o Califado Abássida, enquanto a faixa branca representa o Califado Omíada e o conceito de pureza ou paz. A faixa verde representa o Califado Fatímida e a fertilidade da terra, e o triângulo vermelho simboliza a dinastia Hachemita, bem como os sacrifícios feitos pela nação.
Adotada1964 (pela OLP) e 1988 (como bandeira do Estado)
A bandeira é diretamente inspirada no estandarte utilizado durante a Revolta Árabe de 1916 contra o Império Otomano, que procurava unificar várias nações árabes. Durante o Mandato Britânico, o território utilizou uma insígnia vermelha com um disco branco para fins oficiais, mas o atual tricolor permaneceu o símbolo principal do movimento nacional. Foi formalmente adotada pela Organização de Libertação da Palestina em 1964 e foi posteriormente reafirmada como a bandeira oficial do estado em 1988.
Perguntas Frequentes
Territórios palestinos — a atual bandeira foi oficialmente adotada, data: 1964 (pela OLP) e 1988 (como bandeira do Estado).
Territórios palestinos — a bandeira tem a seguinte proporção oficial: 1:2.
Juntas, o preto, o branco, o verde e o vermelho são conhecidas como as cores pan-árabes, cada uma representando uma grande dinastia ou era na história árabe e significando a unidade regional.
As bandeiras são quase idênticas porque ambas se baseiam na bandeira da Revolta Árabe, mas a bandeira da Jordânia apresenta uma estrela branca de sete pontas dentro do seu triângulo vermelho.
A bandeira foi oficialmente hasteada na sede das Nações Unidas pela primeira vez em setembro de 2015, após uma votação na Assembleia Geral.
Embora as suas origens estejam ligadas à Revolta Árabe de 1916, o design é frequentemente atribuído à Sociedade Árabe Jovem ou ao diplomata britânico Sir Mark Sykes.
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