Iraque — Bandeira

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Iraque — Bandeira

Iraque

Significado da Bandeira

A bandeira do Iraque é um símbolo da unidade árabe e da herança islâmica, apresentando as cores pan-árabes vermelho, branco e preto. Exibe com destaque o Takbir, uma frase em árabe que significa Deus é Grande, que serve como um testemunho da fé religiosa da nação. O design reflete uma transição das ideologias políticas do passado para uma identidade nacional simplificada e unificada.

Cores e Símbolos

O vermelho simboliza a bravura e o sacrifício daqueles que lutaram pelo país, enquanto o branco representa a paz, a generosidade e um futuro brilhante. A faixa preta é um lembrete da opressão histórica e dos períodos sombrios que a nação superou ao longo de sua história. O verde é usado para a inscrição central, simbolizando as tradições islâmicas profundamente enraizadas e a fertilidade da terra.
Adotada 2008
Proporções 2:3

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Estatísticas do País

Capital Baghdad
População 46 mi
Região Ásia
ISO-2 IQ
Iraque

Bandeiras Vizinhas

História da Bandeira

O Iraque utilizou vários designs de bandeira desde sua independência, começando com uma bandeira monárquica inspirada na Revolta Árabe. Uma tricolor vertical única com um emblema de sol e estrela foi usada no final da década de 1950 antes de o país transitar para a tricolor horizontal em 1963. A mudança mais recente ocorreu quando as três estrelas verdes, que anteriormente representavam a unidade política com outros estados árabes, foram removidas para criar o design atual.

Perguntas Frequentes

Iraque — a bandeira atual foi adotada oficialmente em: 2008.

Iraque — a bandeira tem uma proporção oficial de 2:3.

A frase é o Takbir, que se traduz como Deus é Grande em português, e está escrita em uma caligrafia cúfica tradicional.

As estrelas foram removidas para distanciar o símbolo nacional da ideologia política do antigo regime baathista e para promover a reconciliação nacional.

O texto é renderizado em caligrafia cúfica, uma forma venerável e histórica de escrita árabe que se originou na cidade iraquiana de Kufa.

Não, as cores fazem parte da tradição pan-árabe compartilhada por várias nações para representar experiências culturais, históricas e políticas comuns na região.