Ruanda Comércio (% do PIB)

Soma das exportações e importações de bens e serviços como percentagem do PIB.

Últimos dados disponíveis

Esta página utiliza a observação mais recente disponível da World Bank (2024). Os conjuntos de dados a nível nacional muitas vezes estão atrasados em relação ao ano civil atual porque dependem de relatórios e validações oficiais.

World Bank 2024
Valor Atual (2024)
69,95 % do PIB
Classificação Global
#93 de 159
Cobertura de Dados
1960–2024

Tendência Histórica

13,34 25,94 38,54 51,14 63,75 76,35 19601969197819871996200520142024
Tendência Histórica

Visão Geral

Ruanda — indicador Comércio (% do PIB): 69,95 % do PIB (2024). Posição: #93. Total de países: 159.

Ruanda — indicador Comércio (% do PIB), período: 1960 – 2024. Valor inicial: 22,52. Valor final: 69,95 (210.6%).

Ruanda — na última década, indicador Comércio (% do PIB): variação de 59.3%. Ano 2014: 43,9 % do PIB. Ano 2024: 69,95 % do PIB.

Onde fica Ruanda?

Ruanda

Continente
África
País
Ruanda
Coordenadas
-2.00°, 30.00°

Dados Históricos

Ano Valor
1960 22,52 % do PIB
1961 21,31 % do PIB
1962 22,08 % do PIB
1963 18,59 % do PIB
1964 24,62 % do PIB
1965 29,03 % do PIB
1966 31,28 % do PIB
1967 25,93 % do PIB
1968 23,88 % do PIB
1969 22,03 % do PIB
1970 26,74 % do PIB
1971 27,08 % do PIB
1972 24,54 % do PIB
1973 25,04 % do PIB
1974 33,51 % do PIB
1975 26,87 % do PIB
1976 33,97 % do PIB
1977 31,93 % do PIB
1978 38,58 % do PIB
1979 43,8 % do PIB
1980 40,82 % do PIB
1981 31,58 % do PIB
1982 35,7 % do PIB
1983 32,34 % do PIB
1984 32,3 % do PIB
1985 30,67 % do PIB
1986 32,74 % do PIB
1987 26,59 % do PIB
1988 24,22 % do PIB
1989 23,43 % do PIB
1990 19,68 % do PIB
1991 25,37 % do PIB
1992 23,83 % do PIB
1993 25,68 % do PIB
1994 71,1 % do PIB
1995 30,97 % do PIB
1996 32,23 % do PIB
1997 33,47 % do PIB
1998 28,79 % do PIB
1999 27,33 % do PIB
2000 27,48 % do PIB
2001 29,2 % do PIB
2002 27,61 % do PIB
2003 29,31 % do PIB
2004 33,46 % do PIB
2005 34,22 % do PIB
2006 33,22 % do PIB
2007 35,97 % do PIB
2008 37,6 % do PIB
2009 36,81 % do PIB
2010 37,28 % do PIB
2011 39,72 % do PIB
2012 40,54 % do PIB
2013 42,69 % do PIB
2014 43,9 % do PIB
2015 45,2 % do PIB
2016 49,48 % do PIB
2017 53,68 % do PIB
2018 55,78 % do PIB
2019 57,98 % do PIB
2020 55,19 % do PIB
2021 54,29 % do PIB
2022 61,15 % do PIB
2023 64,91 % do PIB
2024 69,95 % do PIB

Comparação Global

Entre todos os países, Hong Kong, RAE da China tem o valor mais alto para Comércio (% do PIB) com 359,51 % do PIB, enquanto Sudão tem o mais baixo com 2 % do PIB.

Ruanda — classificado logo acima: Espanha (69,95 % do PIB) e logo abaixo: Iraque (70,71 % do PIB).

Definição

Este indicador, frequentemente chamado de rácio de abertura comercial, representa o valor combinado do total de exportações e importações de bens e serviços de um país como uma percentagem do seu Produto Interno Bruto (PIB). Serve como uma métrica primária para avaliar o grau de integração de uma economia no mercado global. Ao agregar tanto as entradas como as saídas, capta a importância relativa do comércio internacional para a atividade económica global de uma nação. Uma percentagem mais elevada sugere que uma grande parte da produção interna se destina a mercados estrangeiros ou que o consumo interno depende fortemente de produtos estrangeiros. Inversamente, um rácio mais baixo indica frequentemente uma economia mais autossuficiente ou focada no mercado interno. O cálculo inclui mercadorias tangíveis, como maquinaria e petróleo, bem como serviços intangíveis, como turismo, consultoria financeira e licenciamento de software. Fornece um instantâneo de como um país aproveita as vantagens comparativas internacionais e a sua vulnerabilidade às flutuações do mercado global.

Fórmula

Comércio como % do PIB = (Exportações de Bens e Serviços + Importações de Bens e Serviços) ÷ Produto Interno Bruto

Metodologia

Os dados primários para este indicador são recolhidos pelo Banco Mundial, Fundo Monetário Internacional (FMI) e Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD). As agências alfandegárias nacionais registam o fluxo de bens através das fronteiras, enquanto os bancos centrais rastreiam os serviços através do quadro da Balança de Pagamentos (BoP). Estes números são depois harmonizados utilizando as diretrizes do Sistema de Contas Nacionais (SNA) para garantir a comparabilidade entre países. Uma limitação significativa é o fenómeno da reexportação, onde países como Singapura ou os Países Baixos atuam como centros de trânsito; os seus volumes comerciais podem exceder o seu PIB total porque os mesmos bens são contabilizados tanto como importações como exportações. Além disso, o indicador não contabiliza o comércio interno entre províncias ou estados, que pode ser massivo em países grandes, subestimando potencialmente a sua interconectividade económica em comparação com nações mais pequenas.

Variantes metodológicas

  • Comércio de Mercadorias como % do PIB. Foca-se exclusivamente em bens físicos, excluindo serviços como turismo e finanças.
  • Comércio de Serviços como % do PIB. Rastreia especificamente a troca de produtos intangíveis, que é um setor em rápido crescimento nas economias digitais modernas.
  • Comércio em Valor Acrescentado (TiVA). Ajusta os números para mostrar onde o valor é realmente criado, removendo a dupla contagem encontrada nas cadeias de abastecimento globais.

Como as fontes diferem

O Banco Mundial e a Organização Mundial do Comércio fornecem geralmente números consistentes, embora possam surgir discrepâncias devido a diferenças na forma como valorizam os serviços. Os dados da UNCTAD também podem diferir ligeiramente devido a métodos variados de registo de bens em trânsito ou zonas económicas especializadas.

O que é um bom valor?

Um rácio comércio/PIB superior a 100% identifica tipicamente um país como um centro de comércio global ou uma pequena nação com elevada dependência externa. As médias globais flutuam geralmente entre 50% e 60%, enquanto um rácio inferior a 30% é frequentemente visto em economias muito grandes ou naquelas com políticas comerciais restritivas.

Classificação mundial

Classificação de Comércio (% do PIB) para 2024 com base em dados de World Bank, abrangendo 159 países.

Comércio (% do PIB) — Classificação mundial (2024)
Posição País Valor
1 Hong Kong, RAE da China 359,51 % do PIB
2 Luxemburgo 351,27 % do PIB
3 Singapura 322,37 % do PIB
4 Irlanda 246,17 % do PIB
5 Djibuti 241,24 % do PIB
6 Malta 218,17 % do PIB
7 Chipre 190,4 % do PIB
8 Seicheles 188,37 % do PIB
9 Vietnã 173,86 % do PIB
10 Eslováquia 171,21 % do PIB
93 Ruanda 69,95 % do PIB
155 Venezuela 26,08 % do PIB
156 Estados Unidos 25,38 % do PIB
157 Haiti 22,25 % do PIB
158 Etiópia 17,4 % do PIB
159 Sudão 2 % do PIB
Ver classificações completas

Tendências Globais

Nas últimas décadas, o rácio global comércio/PIB registou uma trajetória ascendente significativa, refletindo o aprofundamento da globalização e a expansão das cadeias de abastecimento internacionais. Embora tenha havido uma contração acentuada durante a crise financeira de 2008 e a mais recente emergência de saúde global, dados recentes mostram uma recuperação resiliente nos volumes comerciais. No entanto, a natureza do comércio está a evoluir; enquanto o comércio de mercadorias estagnou em algumas regiões, o comércio de serviços — particularmente serviços entregues digitalmente — está a expandir-se rapidamente. Estimativas recentes indicam uma tendência para a regionalização ou 'near-shoring', onde os países priorizam o comércio com vizinhos geográficos para aumentar a segurança da cadeia de abastecimento. Apesar destas mudanças, o comércio internacional continua a ser um motor fundamental do crescimento económico global, com a média global atual a rondar os 50% a 60% da produção total.

Padrões Regionais

As variações regionais são acentuadas e frequentemente determinadas pela geografia e pelo tamanho do mercado interno. Economias de rendimento elevado e mais pequenas na Europa e na Ásia Oriental reportam frequentemente rácios superiores a 100% devido aos seus papéis como centros regionais de fabrico ou trânsito. Por exemplo, a zona Euro mantém um elevado grau de integração devido ao mercado único da União Europeia. Em contraste, grandes economias com bases de consumidores internos massivas, como os Estados Unidos, o Brasil e a Índia, têm tipicamente rácios comércio/PIB mais baixos, situando-se frequentemente entre 25% e 40%. Dados recentes mostram que a África Subsariana e o Sudeste Asiático estão cada vez mais integrados em redes globais, enquanto algumas nações ricas em recursos no Médio Oriente exibem rácios elevados impulsionados principalmente pelas exportações de matérias-primas. Os pequenos estados insulares em desenvolvimento apresentam frequentemente a maior volatilidade, uma vez que as suas economias dependem fortemente de bens essenciais importados.

Sobre estes dados
Fonte
World Bank NE.TRD.GNFS.ZS
Definição
Soma das exportações e importações de bens e serviços como percentagem do PIB.
Cobertura
Dados para 159 países (2024)
Limitações
Os dados podem ter um atraso de 1-2 anos para alguns países. A cobertura varia por indicador.

Perguntas Frequentes

Ruanda — indicador Comércio (% do PIB): 69,95 % do PIB (2024). Posição: #93. Total de países: 159.

Ruanda — indicador Comércio (% do PIB), período: 1960 – 2024. Valor inicial: 22,52. Valor final: 69,95 (210.6%).

Um rácio superior a 100% indica que o valor total das exportações e importações de um país é superior a toda a sua produção económica interna. Isto é comum em nações pequenas e altamente integradas ou economias de plataforma como Singapura ou Luxemburgo. Estes países importam frequentemente matérias-primas ou componentes para os reexportar como produtos acabados.

Países grandes como os Estados Unidos ou a China tendem a ter rácios mais baixos porque possuem mercados internos massivos. Grande parte da sua atividade económica envolve produção interna para consumo interno, que não atravessa fronteiras internacionais. Consequentemente, o comércio internacional representa uma parte menor do seu PIB total em comparação com nações mais pequenas.

Embora rácios comércio/PIB elevados indiquem uma forte integração global e potencial de crescimento, também sugerem uma maior vulnerabilidade a choques externos. Uma queda súbita na procura global ou uma interrupção na cadeia de abastecimento pode afetar estas economias de forma mais severa. Portanto, o rácio ideal depende da estrutura económica específica e dos objetivos de desenvolvimento de um país.

O comércio como percentagem do PIB mede o volume total de todas as transações internacionais, tanto de entrada como de saída. Em contraste, as exportações líquidas são a diferença entre o total de exportações e o total de importações. Enquanto o volume de comércio mostra quão aberta é uma economia, as exportações líquidas determinam se um país tem um excedente ou um défice comercial.

Ruanda, Comércio (% do PIB) — os valores provêm da API World Bank Open Data, que agrega relatórios de agências estatísticas nacionais e organizações internacionais verificadas. O conjunto de dados é atualizado anualmente à medida que chegam novas submissões, normalmente com um desfasamento de 1 a 2 anos.